Legal, uma seção nova para esse blog esquecido com meus relatos pessoais!
Sim, acho que sou a única pessoa na face da terra que passa por situações desagradáveis dentro de um transporte público ( okay, sei que não sou a única, só queria fazer um draminha para variar).
No útimo sábado (22),estava eu, toda linda e formosa saindo da livraria(sim, trabalho em uma livraria,sim, dentro de um shopping center!) e me dirigindo para o ponto de ônibus (porque sou pobre,sem carteira de motorista e de quebra,ainda pego ônibus lotadinho,uma delicia), e logo atrás de mim, havia um grupo de jovens insandecidos pelo torpor de ter bebido aquele refrigerante cuja embalagem parece o da cerveja budwaiser. Eles gritavam,se agarravam,era uma cena linda de se ver.
Enfim, enquanto eu andava para o ponto,tive a brilhante idéia de pegar algo sem motivo aparente dentro da minha bolsa ( que jogar um belo feitiço indetectável de extensão nela não seria tão ruim!), e tropecei contudo dei um tranco e caí inexplicavelmente para frente.
Claro que nem preciso ressaltar que fui motivo de chacota para aqueles pequenos filhos de satanás.
Fiquei muito P. da vida, e não dei ouvidos, colocando novamente o fone, e aumentando o som no último.
Quando o meu ônibus finalmente chegou, subi as escadinhas feliz,pela perspectiva de não sair de lá completamente grávida, salvando assim o que restava de minha virtude.
Sabe aquele cheiro de suor, misturado com enxofre,merda,chulé,queijo coalhado, feijão estragado e morte?
Não chegava nem perto do que estava aquele antro.
Sinceramente, dava vontade de olhar embaixo de todos os bancos a procura de algum corpo em decomposição, ou quem sabe, o corpo não estaria queimando dentro do motor do ônibus reproduzindo então esse cheiro diabólico?
Eu já orava mentalmente, pois não consiguia mais segurar o vômito, sendo assim, tentei abster a minha mente de alguns pensamentos que me levariam a insanidade em questão de segundos.
Agora, pode uma coisa dessas?
Não sei se sou a pessoa mais dramática desse mundo, ou sei...sei lá.
Bem, deixa eu ir lá que tenho que bater meu ponto, se não perco meu emprego, não tiro minha carteira de motorista, vou morar na rua e alimentar bodes.
Até mais gente que não lê o meu blog ( e nem sabe que ele existe na verdade).
Agradecida.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
È só.
È tão bom sentir que as palavras mais simples ainda conseguem exercem um poder enorme sobre mim. Elas fazem aflorar as emoções antes esquecidas e renegadas, que esperam ansiosamente por uma pequena brecha,uma fonte de libertação, e uma vez soltas , me tocam, me viram do avesso, travessas, estão prontas para fazer de mim o que quiserem. Mas tenho medo.
Tenho medo da intensidade de tudo isso.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Pra lá de Bagdá.
Todos falam em minha volta, mas não consigo formar vozes em minha cabeça.
Eu que sempre andava tão segura de mim, agora, não passo de um reflexo sem definição.
Dou voltas, voltas e não consigo chegar em lugar algum...perdi completamente a minha direção.
Estou assim tão complicada , me arrependendo por ainda não ter feito nada, lamentando por deixar isso tudo de lado,por não correr atrás do que poderia dar certo, que poderia ter acontecido.
Poderia ter ido até o fim.
Poderia.
Queria apenas fechar os olhos para o mundo,pelo menos por um instante,e apenas imaginar.
Seria ótimo não seria?
Seria?
Mais o que posso fazer se me enfio cada vez mais nessa redes de mentiras, de traições?
Até porque me parece deliciosamente inevitável.
Deliciosamente.
Eu que sempre andava tão segura de mim, agora, não passo de um reflexo sem definição.
Dou voltas, voltas e não consigo chegar em lugar algum...perdi completamente a minha direção.
Estou assim tão complicada , me arrependendo por ainda não ter feito nada, lamentando por deixar isso tudo de lado,por não correr atrás do que poderia dar certo, que poderia ter acontecido.
Poderia ter ido até o fim.
Poderia.
Queria apenas fechar os olhos para o mundo,pelo menos por um instante,e apenas imaginar.
Seria ótimo não seria?
Seria?
Mais o que posso fazer se me enfio cada vez mais nessa redes de mentiras, de traições?
Até porque me parece deliciosamente inevitável.
Deliciosamente.
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